Recentemente tivemos uma cisão no fórum que frequentava. Resolvemos criar o nosso próprio fórum, onde as pessoas tivessem mais liberdade.
Querem conhecer? Cliquem, conheçam e cadastrem-se…
Publicado por tomjorge em 21, Maio, 2009
Recentemente tivemos uma cisão no fórum que frequentava. Resolvemos criar o nosso próprio fórum, onde as pessoas tivessem mais liberdade.
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Publicado por tomjorge em 28, Novembro, 2008
Acho incrível esses trabalhos de stop motion. Imagino o trabalho que dá para modelar as peças, fotografá-las e depois animar tudo.
Vejam um excelene trabalho utilizando a técnica.
A SHORT LOVE STORY IN STOP MOTION por Carlos Lascano no Vimeo.
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Publicado por tomjorge em 25, Novembro, 2008
A cada dia que passa as pessoas fotografam mais. Uma das formas de exibir essas fotos às pessoas é através de slides, pois tornam a exibição mais dinâmica.
Eu uso para a criação de meus slides um programa chamado “Memories on TV” e os posto no flickr.
Vejam o resultado.
Pena que os vídeos no Flickr estejam limitados a 90 segundos.
E aqui o slideshow completo, no youtube.
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Publicado por tomjorge em 24, Novembro, 2008
A profundidade de campo causa um grande impacto sobre uma foto, com ele inconscientemente podemos guiar os olhos para as áreas da imagem que queremos.
A profundidade de campo produzida vai depender de vários fatores:
1 – A abertura da objetiva. A profundidade de campo da nossa foto será maior quando o objetivo está mais fechada, ou seja, possui um número f maior. Desta forma, realizar uma fotografia de um ponto a f/16 terá maior profundidade de campo que outra foto a partir do mesmo ponto com uma abertura de f/4.
2 – A distância para o item fotografado. Quanto mais perto estiver o item afotografar, menor será a profundidade de campo.
Quanto mais distante estiver o objeto a ser fotografado, a profundidade de campo será maior. Isto significa que se, com uma abertura no diafragma, fazer uma foto para um objeto que temos perto de nós, a profundidade de campo será menor do que se fizermos uma foto com a mesma abertura para algo que está mais distante.
3 – A distância focal. Quanto menor a distância focal da objetiva, maior a profundidade de campo obtido.
Cálculo da profundidade de campo
Como foi visto, a profundidade de campo depende, portanto, destes três fatores: a abertura do diafragma, a distância do objeto e a distância focal.
A partir destes três parâmetros é possível calcular o valor da profundidade de campo que vamos ter ao realizar uma foto.
Se você deseja calcular a profundidade de campo, para certas características, este link o levará a uma calculadora completa que lhe permite conhecer o valor da profundidade de campo para sua câmera digital a partir das diferentes variáveis que temos comentado.
Calculadora de profundidade de campo
Explorando diversas aberturas. Veja a influência no DOF.
70-200 + filtro 500D = DOF de apenas 10mm
Quer prova maior de que quanto mais próximo do objeto, menor o DOF?
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Publicado por tomjorge em 19, Novembro, 2008
Com certeza você já deve ter visto os números e as letras que aparecem sobre a lente de sua câmera, quer se trate de uma pequena compacta ou uma DSLR. Em todos costumam incluir uma referência à abertura máxima permitida pela lente que é o número F.
Os números F podem parecer um pouco estranhos no início: 2.8, 3.5, 4, 5.6, … Parece que relacionam uns com os outros.
Analisando estes valores, para um iniciante no assunto, o fato é que os números F geram muita confusão. Qualquer pessoa pode fazer perguntas como estas:
O que elas significam, então, estes números?
O número F é uma referência ao tamanho da abertura da lente. Muitas vezes usamos os termos abertura do diafragma e o número F. A abertura refere-se a abertura física do diafragma, enquanto o número F é a representação dessa abertura.
A abertura é o tamanho do orifício que permite que a luz passe através da lente para expor o sensor na câmera ou o filme, se esta não for uma câmera digital. Para controlar a quantidade de luz que passa, podemos variar o tamanho do orifício, o espaço de abertura.
Para reduzir a quantidade de luz pela metade, devemos reduzir para metade a área. Uma redução na abertura pela metade é o que é conhecido como uma redução de um número F. Do mesmo modo, até ao dobro da abertura representa um aumento de um ponto final.
Se você se lembrar das aulas de geometria, onde, para reduzir pela metade a área de um círculo, temos que dividir a circunferência pelo diâmetro da Raiz quadrada de 2 = 1,41421356.
Cada uma das sucessivas divisões que nos faz ir pelos números que se referem F aparecem nas objetivas de nossa câmera.
A maioria das câmeras permitem abrir ou fechar o diafragma ou saltos em intervalos de 1/3 ou 1/2. Isto significa que temos um controle maior sobre a abertura e fechamento, podendo ampliar ou reduzir a luz em menor proporção do que uma ou duas vezes.
Matematicamente, isso significa que temos de aplicar a raiz quarta ou a raiz sexta para calcular os saltos de 1/2 e 1/3.
Coisas a lembrar sobre os números F.
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Publicado por tomjorge em 19, Novembro, 2008
Muitos estudiosos de fotografia dizer que cada imagem conta uma história: fala de um momento, uma situação, as suas emoções, uma memória… Tanto a sua vida como a minha estão irremediavelmente ligadas a pessoas, na maioria dos casos, essas histórias, se passam em momentos inesquecíveis.
Capturar uma história a partir da expressão de um rosto, um olhar, representar um flerte, eu acho que um dos mais emocionantes desafios da fotografia e para a qual eu tenho certa dificuldade, mesmo com a câmera em minhas mãos.
Por esse motivo abaixo estarão algumas dicas para você, que como eu, tem dificuldades na obtenção de retratos.
1 – Foco deve ser feito nos olhos
Retratos dos olhos são um ímã para a nossa atenção: eles são um elemento chave na comunicação e, portanto, devem ter um papel central em nossos retratos. A menos que você quer se concentrar especificamente sobre uma parte da face (por exemplo, os lábios), foque nos olhos. Sobretudo quando se trabalha com uma profundidade de campo muito limitada (baixos valores de F, como 1.8, 2.8). Olhos penetrantes, focados causam um efeito chocante.
2 – Use um fundo simples
Quando fazemos retratos queremos a atenção total ao retratado. Ao fotografar, tenha especial atenção quanto ao fundo. Trabalhar com grandes aberturas (f/1.8 a f/5.6 quando possível) e fundos o mais simples e uniforme possíveis. Evite, na medida do possível, fundos que dividam o assunto retratado em 2 ou 3 partes. Em última análise, reduza os possíveis elementos que possam distrair a atenção de quem vê a foto.
3 – Tire o retratado do centro do quadro
Estou vendo a típica foto: fotografar uma pessoa em um plano médio e ela no centro da foto. Estas composições raramente funcionam bem. Não seja um obcecado em centralizar seu tema. Procure colocá-lo nos terços e procure colocar algum elemento (olhos, lábios), nos pontos de ouro da foto. As vezes a beleza está escondida em pequenas imperfeições.
4 – Corte no enquadramento
Isso não é CSI. Não há necessidade de captar cada pixel da pessoa que vai retratar. Às vezes, um quadro em que certos elementos em vez de contribuir atrapalham, podem ser cortados de seu retrato. Por exemplo, em fotos que são cortados ligeiramente acima dos olhos tendem a funcionar bem, porque eles ajudam a focalizar a luz em seus olhos.
5 – Perto, mais perto
Não use essa regra para beijar a modelo, mas, em geral, não desista de chegar um pouco mais perto. Só tome cuidado ao utilizar grandes angulares, pois elas podem distorcer o rosto do fotografado. Se não conseguir chegar perto o bastante, pode-se usar o crop num editor de imagens.
6 – Evite luz direta
A luz muito forte incomoda, e temos a tendência de tentar fechar os olhos. E, se somos obrigados a abri-los, forçamos a postura natural do rosto. Evite luz intensa e direta.
7 – Somente pessoas?
Claro que não. Fotografe os animais de estimação da família. Nós temos visto grandes retratos de animais (Marcelo Merisi que o diga).
Fotografe, fotografe e fotografe…
Uma das maiores vantagens da fotografia digital é que o custo por foto é baixíssimo. Então, em retratos, como no resto dos estilos, que vocês ainda não dominam façam o seguinte: fotografem. Guarde todas as fotos e depois analise-as para ver as que mais gosta e, acima de tudo, tomar conhecimento do porquê e em que circunstâncias. Leve essas experiências para a próxima sessão de retratos.
Pois é, essas são algumas dicas para retratos, como sei que aqui freqüentam muitos amigos do digiforum e até mesmo de outros lugares gostaria de contar com comentários para acrescentarmos nas dicas.
Fonte com adaptações: http://www.dzoom.org.es/noticia-1829.html
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Publicado por tomjorge em 18, Novembro, 2008
Com certeza você já ouviu mais de uma vez expressões tais como o plano americano, plano curto, plano médio, detalhes … A maior parte deles associados com retratos, e pode não ter absolutamente claro que o que é e o que diferem no tipo de plano com um outro.
Para tentar resolver as suas preocupações que temos recolhido todos os principais tipos de plano que se aplicam nos retratos fotográficos, explicando as suas diferenças e ilustradas com fotografias, para que uma vez por todas esclarecer conceitos.
Por mais de dois anos, que publicou o artigo “O Retrato: Tipos de Plano.” Como regra de referência, muitos de nós temos servido para poder adquirir um vocabulário básico de fotografia associados à cultura e retrato. Sem sombra de dúvida, tudo pode ser melhorado, por isso com a inestimável ajuda do nosso amigo Carlos Ayala, eu quis rever, completar e corrigir o artigo para torná-lo uma boa referência para os trabalhos desta técnica fotográfica.
Plano Geral
No retrato, este é o nível a que aparece em o corpo todo. Por isso, teremos todo um plano ou se aqueles a quem estamos a fotografar são completos, da cabeça aos pés, sem pontos, na nossa imagem.
No caso da imagem que temos usado, por exemplo, mostra como está o corpo do modelo completo, sem quaisquer cortes.
Este é o mais distante que podemos tomar. A partir daqui, vamos ver como podemos trazer nossos retratos.

Plano americano – Três quartos
Dizem que o nome do plano americano chegou a partir dos retratos no velho oeste. Nessa época era importante que as armas que os fotografados portavam fossem exibidas, ou seja na cintura, e isso já era suficiente, e isso é o que marcou o corte linha.
No plano americano o corte é mais ou menos na altura do joelho ou na coxa. Dependendo se o fotografado está deitado ou sentado, há uma tolerância, atingindo um pouco abaixo dos joelhos.
É ideal para enquadrar a fotografia para várias pessoas interagindo.

Plano Médio
O plano cobre até a cintura, pegando o cut-off entre o umbigo e a forquilha (rs).
Este tipo de fórmula é freqüentemente usada para realçar a beleza do corpo humano, que é um tipo de plano utilizado amplamente fotografia de moda.
É igualmente apropriado para mostrar a interação entre as duas pessoas, como no caso das entrevistas.
Plano Médio curto
O plano curto, também conhecido como plano busto ou superior, assume o corpo de cabeça para o meio do peito.
Este plano nos permite isolar o fotografado, isolando-o do fundo.

Primeiro Plano
O primeiro plano reúne o rosto e ombros.
Este tipo de plano, tal como os detalhes e primeiríssimo plano que veremos a seguir, reflete uma distância íntima, pois ele serve para mostrar confiança e privacidade com relação ao personagem.

Primeiríssimo plano
O primeiríssimo plano capta a face da parte inferior do queixo até o alto da cabeça.

Detalhes
Os detalhes refletem uma pequena parte do corpo, que não tem necessariamente que corresponder ao rosto.
Esta parte concentra expressiva capacidade máxima, e os gestos são intensificados pela distância mínima entre a câmera e o retratado, permitindo que os detalhes de enfatizar que nós queremos realçar.

Fonte: http://www.dzoom.org.es/noticia-1406.html
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Publicado por tomjorge em 18, Novembro, 2008
Para mim, que sou fotógafo amador, o momento mais difícil quando vou fotografar pessoas é a direção. Fico totalmente sem saber o que fazer, quais poses, o cuidado para não aparecer uma papada, um culote etc.
Então resolvi colocar mãos a obra. Já que os cursos são tão caros, resolvi procurar textos na internet e chamar as amigas para fotografar. O texto que segue abaixo é extraído, na íntegra, do site do fotógrafo italiano Danilo Russo (o texto dele estará em itálico). Eu faço alguns comentários e coloco fotos que procurei no flickr.
Direção de modelos – Dezembro de 2003
Como vimos no início desta série de artigos, a imagem fotográfica tem como objetivo criar uma comunicação e transmitir uma mensagem. Essa comunicação fotográfica se desenvolve através de três elementos: a composição, a iluminação e a informação.
Na fotografia de gente, a informação é a pessoa. Está provado experimentalmente que o ser humano observa como primeiro elemento de uma imagem a figura humana, se ela estiver presente, e mais ainda, a figura humana se confirma como sujeito principal de toda imagem onde apareça.
Tendo essa constatação em mente, devemos construir nossas imagens de modo que a “informação” que a figura humana comunique o que queremos. A direção de modelo é a ferramenta através da qual desenvolvemos esta comunicação.
Falando em direção de modelo, em figura humana e na utilização desses elementos para a comunicação, não podemos esquecer que estamos lidando com seres humanos e que por isso o “elemento humano” é extremamente importante.
Esse artigo é baseado em estudos psicológicos e antropológicos e pode parecer mais especulação filosófica do que concretas dicas sobre fotografia. Na realidade, a sensibilidade, a utilização da psicologia e a conscientização dos processos que regulam a relações humanas são fundamentais para a direção de modelos.
O FUNDAMENTAL PARA DIREÇÃO DE MODELO
Para passar as instruções para o modelo assumir a pose e a expressão que desejamos, temos que ter bem claro em mente qual posição queremos. Nada de “experimentar” na hora da direção. O melhor resultado só poderá ser alcançado por meio de planejamento prévio e de instruções claras e objetivas para a modelo seguir.
Sinteticamente devemos:
1 – SABER exatamente o que queremos que a modelo transmita;
2 – CONHECER como desenvolver esta comunicação por meio da expressão corporal;
3 – CONSEGUIR a expressão desejada do modelo.
O CORPO FALA
Estamos acostumados a interpretar inconscientemente as mensagens que outras pessoas transmitem através do corpo. É trabalho do fotógrafo aprender essa linguagem e usá-la em suas imagens.
São três os elementos principais dessa linguagem:
- Quantidade e posição das partes expostas do corpo;
- Posição da cabeça;
- Direção do olhar.
Com relação a quantidade exposta do corpo e seu posicionamento, podemos considerar:
- Oferecimento: apresentar uma grande superfície do corpo sem proteção.

Upload feito originalmente por adrianus33
Upload feito originalmente por Carla Freitas
- Minimização: oferecer o perfil do corpo ou outra técnica para reduzir a superfície.
Upload feito originalmente por Fabiana Velôso
- Exibição: mostrar parte do próprio corpo.

Upload feito originalmente por MFotos
As posições da cabeça inclusive se tornaram estereotipadas e são bastante conhecidas. Isso aumenta a eficácia desse elemento:
Reta: encarar a outra pessoa em um plano de paridade.
Levantada: sugere sentimento de superioridade.
Abaixada: indica sentimento de submissão.
Inclinada lateralmente: mostra desejo de agradar.
A direção do olhar produz um elemento fundamental na comunicação corporal e pode ser dividido em duas partes:
- Ausência de contato ocular.
A pessoa não está olhando para o expectador. Essa situação cria o menor nível de tensão, pois torna os expectadores observadores desapercebidos. Junto com esta condição de tranqüilidade se instaura uma prazerosa sensação de voyerismo.
Dependendo da direção do olhar e da expressão do rosto da modelo, podemos caracterizar uma atitude. Alguns exemplos:
Reflexiva, intimista: olhar longe e expressão sonhadora;
Descontraída: olhar focalizado em um objeto e expressão atenta (ligada);
Concentrada: olhar focalizado em um objeto e expressão concentrada.
- Contato ocular estabelecido.
Nesse caso específico o observador terá a reação que teria ao viver uma experiência como a apresentada na imagem. O contato visual pode ter uma função convidativa, agressiva, exploradora.
É quase impossível explicar os elementos do contato visual teoricamente. Neste texto queremos evidenciar a importância do contato visual na comunicação não-verbal. É através da observação, do exercício e da tentativa de aplicá-los nas nossas imagens que desenvolvemos uma habilidade em lidar com este elemento.
POSES E ATITUDES
Para dirigir modelos devemos conhecer as posturas que o corpo pode assumir e criar um repertório de poses e de significados.
O corpo se movimenta através das articulações e são elas que o fotógrafo tem que conhecer e saber utilizar para criar a pose que deseja. Devemos ser capazes de indicar para o modelo cada uma dessas poses e explicar como atingi-las.
SIGNIFICADO DAS POSTURAS
Estudamos o significado das posturas, além das indicações básicas necessárias, através da ferramenta de análise como livros sobre comunicação gestual. Em particular sugiro o livro “Os Gestos” de Desmond Morris.
MODELOS
A modelo é uma profissional que “empresta” a própria imagem para promover um produto ou uma idéia. A atividade profissional da modelo é regulada e protegida pela lei sobre o direito de imagens.
MODELOS PROFISSIONAIS E MODELOS NÃO-PROFISSIONAIS
Qualquer pessoa que esteja sendo fotografada se torna um modelo fotográfico. A diferença principal entre o modelo profissional e não-profissional é a disposição para lidar com uma pessoa que “te diz o que fazer”.
O mais importante para um modelo é a motivação. Um modelo não -profissional, mas muito motivado e talentoso, pode dar melhores resultados que outro modelo profissional.Lembre-se que estamos lidando com pessoas, com sentimentos e emoções.
Como em cada circunstância de nossa vida é nossa atitude que faz a diferença. Se mostrarmos segurança e habilidade, nossos modelos confiarão em nós e responderão de acordo.
Ser fotografado é na realidade se mostrar, se exibir, aparecer. Todos nós temos sentimentos contraditórios em relação a fazer isso. É trabalho do fotógrafo ampliar as sensações positivas em relação ao ato fotográfico e minimizar as negativas.
COMO AGIR COM MODELOS (educação e praxe)
Dois elementos compõem a interação entre fotógrafo e modelo, as regras normais de relacionamento interpessoal e os cuidados específicos gerados pela intimidade especial e momentânea produzida pelo momento fotográfico.
Na prática devemos ser educados e gentis com a “pessoa-modelo”. O fotógrafo é o “dono de casa”, seja em estúdio ou em externa, e é seu dever deixar o modelo (como o resto da equipe) à vontade. Se o trabalho prevê um produtor executivo, ele cuidará disso e apresentará o fotógrafo à equipe e se preocupará com o bem estar de todos, tudo isso com uma postura relaxada, sorrindo e com calma. Se estivermos muito ocupados ou atrasados, será tarefa do fotografo se apresentar e endereçar o modelo a alguém que possa cuidar dele. Normalmente na equipe tem sempre alguém disponível para fazer isso. O assistente do fotografo, se não estiver muito atarefado, deve ser a primeira escolha, outra opção valida é o maquiador, que de modo geral vai ser o primeiro a interagir com modelo.
Além das regras de educação, não há indicações específicas de comportamento. A única regra fundamental no relacionamento com modelos é a sinceridade e a disponibilidade. A coisa mais importante é ser autêntico. A pessoa vai sentir a atitude do fotógrafo e o mesmo dever ser verdadeiro. Não precisa, por exemplo, tentar ser expansivo sendo que você tem um caráter introvertido. Nem, por outro lado, precisa existir um perfil específico ou ótimo para trabalhar fotografando gente. O importante é ser fiel a si mesmo e estar disponível dentro do relacionamento fotográfico.
ALGUMAS DICAS IMPORTANTES
- Antes de começar a sessão fotográfica é útil explicar sinteticamente o trabalho (freqüentemente as agências não fazem isso) e como é seu estilo de fotografar;
- A proximidade física, ótica e emocional que se ativa entre fotógrafo e modelo requer alguns cuidados na hora de fotografar. Precisando arrumar roupa ou cabelos do modelo é melhor chamar o profissional adequado para fazer isso. Caso seja você a arrumar (por simplicidade, rapidez, etc), peça licença ao chegar perto e tocar o modelo;
- Indicando a pose a assumir o ideal é conversar, só no último caso mostrar a pose pessoalmente. Evitar tocar o modelo para compor uma pose;
- A pose indicada deve ser natural. Se depois de ter assumido uma posição indicada esta parecer antinatural, devemos pedir para o modelo repetir sozinho a pose sugerida;
O relacionamento, as emoções, as tensões que se desenvolvem durante uma sessão fotográfica não são endereçadas a pessoa do fotografo mas ao momento fotográfico. É importante lembrar disso para não fazer confusão entre o profissional e o pessoal.
COMO ENGRENTAR A INEXPERIÊNCIA DOS MODELOS
A direção de modelos se constrói sobre a confiança recíproca. Um modelo inexperiente não sabe como reagir diante de uma câmera. O trabalho do fotógrafo é explicar a pose que ele quer que o modelo assuma. Convidá-lo a repetir várias vezes a pose “naturalmente” e um exercício que leva a perfeição, isso requer paciência e disponibilidade.
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Publicado por tomjorge em 10, Novembro, 2008
Pois é galera, resolvi separar o blog do Tom do assunto “Concurso Público”. O novo endereço é:
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Publicado por tomjorge em 17, Outubro, 2008
Como dizia Vinícius de Moraes… Aproveite a vida e busque a felicidade…
(Vinícius de Moraes)
É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
Senão não se faz um samba, não
Senão é como amar uma mulher só linda; e daí?
Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza
Qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora
Qualquer coisa que sente saudade
Um molejo de amor machucado,
Uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher,
Feita apenas para amar, para sofrer pelo seu amor
E para ser só perdão
Fazer samba não é contar piada
Quem faz samba assim não é de nada
O bom samba é uma forma de oração
Porque o samba é a tristeza que balança
E a tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não…
Ponha um pouco de amor numa cadência
E vai ver que ninguém no mundo vence
A beleza que tem um samba não
Porque o samba nasceu lá na Bahia
E se hoje ele é branco na poesia
Se hoje ele é branco na poesia
Ele é negro demais no coração
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